Histórico

A Associação dos Amigos das Artes de Brasília Brasil – AMABRA  – nome Fantasia: Orquestra Filarmônica de Brasília (OFB) – Iniciou suas atividades como Orquestra Jovem de Brasília, em 1985 com apoio do emérito professor, talentoso compositor e renomado maestro Claudio Santoro. 10 anos depois passou a se chamar Orquestra Filarmônica de Brasília, que é hoje fruto da incansável dedicação de músicos e gestores culturais que acreditam com veemência na importância de suas atividades no âmbito da Capital Federal.

É uma sociedade civil de direito privado com personalidade jurídica, sem fins lucrativos, criada para desenvolver em todos os gêneros atividades musicais relacionadas à orquestra e grupos de câmara, com objetivos sociais, culturais, artísticos e didáticos, apoiando e estimulando a preservação dos valores representativos da comunidade brasileira, através da produção e execução de programas e projetos que incentivam o turismo, a cultura e a educação.

A Orquestra Filarmônica de Brasília destaca-se no cenário musical brasiliense, pesquisando repertórios sinfônicos, erudito e popular, executando e divulgando obras inéditas com arranjos refinados e mostrando as várias possibilidades das nuances e timbres dos instrumentos que compõem um grande conjunto sinfônico.

Desde seu primeiro concerto, a Orquestra Filarmônica coleciona muitas histórias marcantes, feitos e resultados de valores, o natural carinho da platéia e o reconhecimento da crítica especializada. São inúmeras apresentações levadas ao público em diversas localidades extensivas a várias Regiões Administrativas do Distrito Federal, entorno e outras regiões do país, com projetos como: Projetos Satélite I, II, III e IV, Concertos Domingo no Parque, Concertos Sinfônicos Populares, Concertos para a Juventude, Clássicos para a Juventude, Orquestra Filarmônica para Crianças, OFB em: Pedro e o Lobo, Cirandas e Aquarelas, Viva Arte Viva, Popularizando a Sinfonia e Festival Sinfônico. Tem desenvolvido parcerias, gravações e execuções nos mais variados estilos de gêneros e períodos, conquistas e compromissos com a arte, saúde, educação, cultura, cidadania e sociedade, com participações em congressos, seminários e fóruns.

Um dos grandes trabalhos que a orquestra orgulha-se muito, foi realizar em 1995 a festa cultural em comemoração aos 35 anos de aniversário de Brasília, com a participação de Edson Cordeiro e artistas da cidade, com um público de mais de 30 mil pessoas na Esplanada dos Ministérios. O maior público de concerto ao ar livre até então. No ano de 1996, em projeto arrojado, teve a participação de Francis Hime, Elomar, Xangai e a grande intérprete e compositora Rosa Passos, em apresentações na sala Villa-Lobos, Academia de Tênis e Teatro dos Bancários.

Em 1997, destaca-se a apresentação em homenagem ao Dia Mundial da Paz, no Anfiteatro Ponta Negra às margens do Rio Negro, Manaus em plena floresta amazônica onde a orquestra foi aplaudida por mais de 16 mil espectadores. Em 2001, participou do FESTINBONITO – Festival de Inverno de Bonito, MS.

Com o cantor e compositor brasiliense Eduardo Rangel gravou um Compact Disc, ao vivo, na Sala Villa-Lobos do TNCS, em 2003. Em 2004, empolgou milhares de crianças do ensino fundamental das escolas públicas, em concertos didáticos no Conjunto Cultural da Caixa pelo projeto “Concertos Caixa para a Juventude”. Em 2005 e 2006, além de diversos concertos pela cidade, destaca-se o concerto de aniversário de 20 anos da Orquestra e desenvolveu o projeto “Clássicos para a Juventude”  e criou o projeto de inclusão social “Viva Arte Viva” que oferece gratuitamente oficinas gratuitas e permanentes de música, teatro e dança à comunidade do Distrito Federal e cidades do entorno, com os grupos de dança já se apresentou na Argentina, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além de inúmeras apresentações no DF. Com esse projeto criou e mantém o Grupo Humus de Teatro com apresentações em diversas cidades do DF, Minas Gerais e Goiás.

Em 2007 realizou o projeto “Filarmônica – 22 anos para Crianças e OFB em: Pedro e o Lobo, Cirandas e Aquarelas”, que oportunizaram a mais de 25.000 mil pessoas (principalmente o público infantil) assistirem aos concertos didáticos da Orquestra. Em 2008, o grande ápice foi o concerto sinfônico com a grande celebridade da cultura brasileira BIBI FERREIRA em apresentação única na Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Cláudio Santoro.

Em 2009, destacam-se o retorno da grande artista BIBI FERREIRA aos palcos do Teatro Nacional Cláudio Santoro com o show Bibi canta e conta Edith Piaf ao lado da Orquestra. Participou da abertura da III Conferência Nacional da Infância e da Juventude pelo Meio Ambiente – III CNIJMA, no CNTI Luziânia/GO, a convite do Conselho Nacional de Educação e participou da Sessão Solene em homenagem ao 49º Aniversário de Brasília, na Câmara dos Deputados.

De 2010 até hoje a OFB realiza um de seus mais importantes projetos, o “Popularizando a Sinfonia” homenageando em suas apresentações os ritmos mais populares da nossa cultura: a “Semana da Consciência Negra” unindo a capoeira com um grande conjunto sinfônico ao vivo e cantores populares da cidade; gravação ao vivo do CD/DVD “Choro Sinfônico” o chorinho foi lembrado por grandes nomes desse estilo genuinamente brasileiro. Com homenagens ao bloco carnavalesco “Galinho de Brasília” onde o Frevo e o carnaval foram a grande atração e  “Homenageou o maestro Cláudio Santoro” um dos maiores compositores dos últimos tempos, com coreografias especiais do Ballet Brasília; com o músico compositor Guilherme Arantes nas cidades de Brasília e Goiânia; o grande Encontro de Corais da Petrobrás em concerto inesquecível na Sala Villa-Lobos com um grande coral composto de 400 vozes; com Oswaldo Montenegro, Ivan Lins, Guilherme Arantes e diversos artistas de Brasília realizou o I Festival Sinfônico.

Artistas como Francis Hime, Elomar, Xangai, Rosa Passo, Aquille Pichi, Nei Salgado, Dois de Ouro, Renato Matos, Ney Rosauro, Guilherme Arantes, Hamilton de Holanda, Roberto Duarte, Thomas Toscano, Susan Clark, Emílio de César, Glicínia Mendes, Eduardo Carvalho, Joaquim França, Bibi Ferreira, Nelson Melim, José Machado Neto, são alguns nomes que já participaram dos concertos com a OFB.

No ano de 2016 convidou o jovem regente Thiago Francis para Diretor Artístico e Musical e um dos destaques foi participar do evento do cantor e compositor Orlando Morais na Concha Acústica de Brasília, dar inicio ao projeto Viva Arte Viva no Museu e finalizar o ano com os espetáculos “A Fábrica Encantada de Brinquedos” e o Balé “Coppélia”.

Neste ano de 2017, participou em parceria com a Academia Brasiliana das comemorações dos 80 anos de aniversário do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais – INEP.

É tempo de celebrar o trigésimo segundo aniversário da Orquestra Filarmônica de Brasília, que nestas três décadas têm desenvolvido em seu conjunto sinfônico diversas atividades artísticas inéditas, tendo distribuídas apresentações de música sinfônica, de câmara, canto, teatro e dança.

 

CURRÍCULO DA OFB